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	<title>Arquivo de bem de família penhora - Síndico Transparente</title>
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	<description>Serviços para Condomínios</description>
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	<title>Arquivo de bem de família penhora - Síndico Transparente</title>
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		<title>Atraso de condomínio e penhora do imóvel em 2025: mito dos três dias e o que realmente acontece</title>
		<link>https://sindicotransparente.com.br/penhora-por-divida-condominial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sindico Transparente]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 12:57:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DOCUMENTAÇÃO E LEGISLAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA EM CONDOMÍNIOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Penhora por dívida condominial: o que realmente acontece após três dias de atraso? A ideia de que o imóvel de um condômino pode ir a leilão em três dias de atraso no pagamento da cota condominial assusta qualquer proprietário e ainda circula amplamente nas redes sociais. Esse receio nasceu com a entrada em vigor do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 data-start="161" data-end="247"><span style="color: #ffffff;">Penhora por dívida condominial: o que realmente acontece após três dias de atraso?</span></h3>
<p data-start="96" data-end="843"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter" src="https://sindicotransparente.com.br/wp-content/uploads/2024/02/penhora-do-imovel.jpg" alt="Penhora por dívida condominial" width="450" height="416" /></p>
<p data-start="96" data-end="843">A ideia de que o imóvel de um condômino pode ir a leilão em <strong data-start="156" data-end="179">três dias de atraso</strong> no pagamento da cota condominial assusta qualquer proprietário e ainda circula amplamente nas redes sociais. Esse receio nasceu com a <strong data-start="315" data-end="391">entrada em vigor do Novo Código de Processo Civil (CPC) em março de 2016</strong>, que tornou a cota condominial um título executivo extrajudicial.</p>
<p data-start="96" data-end="843">A nova lei permitiu cobrar a dívida de forma mais rápida, mas não instituiu a perda automática da casa em caso de três dias de atraso. Conforme o art. 829 do CPC, o executado é citado para pagar a dívida no prazo de três dias. Esse prazo começa a contar a partir da citação judicial na ação de execução. Na prática, o prazo de três dias é contado <strong data-start="638" data-end="665">após a citação judicial</strong> em uma ação de execução e não a partir do vencimento da taxa.</p>
<p data-start="96" data-end="843">Entender essa diferença é essencial para evitar alarmismos e saber como agir diante de uma eventual inadimplência.</p>
<p data-start="845" data-end="1376">O objetivo deste artigo é atualizar as informações sobre as <strong data-start="905" data-end="950">regras de cobrança de taxas de condomínio</strong> em 2025, esclarecer como funciona o procedimento de penhora e destacar as decisões judiciais mais recentes. A partir de jurisprudência do <strong data-start="1090" data-end="1128">Superior Tribunal de Justiça (STJ)</strong> e de artigos de especialistas em direito condominial, explicaremos, passo a passo, por que a dívida condominial pode levar à penhora do imóvel, em que situações essa penhora é possível e quais são os direitos e obrigações de síndicos e condôminos.</p>
<p data-start="252" data-end="329"><span style="color: #ffffff;">Penhora por dívida condominial: mitos, verdades e o que diz o STJ em 2025</span></p>
<h2 data-start="1378" data-end="1440">O que diz a legislação atual sobre a cobrança de condomínio</h2>
<p data-start="1442" data-end="2116">O <strong data-start="1444" data-end="1472">Código de Processo Civil</strong> (Lei nº 13.105/2015) incluiu as cotas condominiais entre os <strong data-start="1533" data-end="1570">títulos executivos extrajudiciais</strong> (art. 784, X). Isso significa que o condomínio não precisa mais ingressar com uma ação de conhecimento (de cobrança) para provar a existência da dívida; ele pode propor diretamente <strong data-start="1753" data-end="1777">uma ação de execução</strong>. Conforme o art. 829 do CPC, o devedor é <strong data-start="1848" data-end="1891">citado para pagar a dívida em três dias</strong>. Caso não pague nem apresente bens para garantir o débito, o juiz pode determinar a penhora do imóvel ou de outros bens (artigos 829 e 835 do CPC).</p>
<p data-start="2118" data-end="2805">Embora exista uma ordem legal de preferência para penhora, a jurisprudência admite flexibilização, especialmente em execuções de cotas condominiais; somente quando não há bens líquidos é que o imóvel entra na lista. Mesmo assim, a lei prevê exceções à impenhorabilidade do bem de família (Lei 8.009/1990, art. 3º, IV). Entre essas exceções estão as <strong data-start="2482" data-end="2507">dívidas de condomínio</strong>, já que a despesa condominial tem natureza <strong data-start="2588" data-end="2603">propter rem</strong> (vinculada à coisa). Essa natureza significa que a obrigação acompanha o imóvel e não a pessoa; por isso, o inadimplente pode perder a casa para saldar a dívida.</p>
<p data-start="334" data-end="410"><span style="color: #ffffff;">Penhora por dívida condominial: entenda quando o imóvel pode ir a leilão</span></p>
<h2 data-start="2807" data-end="2865">O mito dos três dias e a realidade do processo de execução</h2>
<p data-start="2867" data-end="3218">O mito surgiu a partir da leitura simplificada do art. 829 do CPC, que diz que o devedor, citado em uma ação de execução, tem <strong data-start="2993" data-end="3017">três dias para pagar</strong> o débito. Muitos imaginaram que o atraso de três dias após o vencimento da taxa já permitiria a penhora. No entanto, a lei exige uma série de <strong data-start="3199" data-end="3217">etapas prévias</strong>:</p>
<h3 data-start="3223" data-end="3498">Cobrança administrativa:</h3>
<p data-start="3223" data-end="3498">antes de acionar a Justiça, a administradora ou o síndico costuma enviar <strong data-start="3325" data-end="3351">notificações e boletos</strong> para tentar receber a cota. Embora não seja obrigatória, essa fase garante transparência e demonstra boa‑fé.</p>
<p data-start="3223" data-end="3498">Ação de execução:</p>
<p data-start="3223" data-end="3498">sem sucesso na cobrança, o condomínio ingressa com a ação, apresentando documentos como atas, boletos, previsão orçamentária e prova de quem é o proprietário.</p>
<p data-start="3223" data-end="3498"><strong data-start="3723" data-end="3745">Citação do devedor</strong>:</p>
<p data-start="3223" data-end="3498">somente após a distribuição da ação o juiz cita o devedor, que então tem <strong data-start="3820" data-end="3860">três dias para quitar a dívida</strong>. Esse é o prazo a que o CPC se refere; portanto, ele não tem relação com o vencimento da taxa, mas com o momento em que o devedor é formalmente notificado pela Justiça.</p>
<p data-start="4071" data-end="4383"><strong data-start="4071" data-end="4098">Alternativas do devedor</strong>:</p>
<p data-start="4071" data-end="4383">dentro desses três dias, o devedor pode pagar a dívida à vista; pagar <strong data-start="4170" data-end="4215">30 % e parcelar o saldo em até seis vezes</strong>, conforme o art. 916 do CPC; ou apresentar <strong data-start="4296" data-end="4319">embargos à execução</strong>, contestando a cobrança.</p>
<p data-start="4387" data-end="4628"><strong data-start="4387" data-end="4407">Penhora e leilão</strong>:</p>
<p data-start="4387" data-end="4628">se não houver pagamento ou garantia, o juiz determina a penhora. Os bens são avaliados e podem ir a leilão. Parte do valor obtido quita a dívida; o restante volta para o devedor.</p>
<p data-start="4630" data-end="5082">Percebe-se, assim, que <strong data-start="4653" data-end="4709">não existe penhora automática em três dias de atraso</strong>. O prazo só começa a contar depois que a ação de execução é proposta e o devedor é citado. Além disso, é possível negociar parcelamento ou apresentar defesa. O site do Registro de Imóveis do Paraná ressalta que a perda do bem do devedor só ocorre “<strong data-start="4961" data-end="5041">após todos os trâmites em respeito às garantias processuais e procedimentais</strong>”.</p>
<p data-start="415" data-end="501"><span style="color: #ffffff;">Penhora por dívida condominial e o prazo de três dias: esclarecendo a regra do CPC</span></p>
<h2 data-start="5084" data-end="5141">A natureza propter rem e as exceções ao bem de família</h2>
<p data-start="5143" data-end="6013">O artigo 1.336 do Código Civil exige que cada condômino contribua para as despesas do condomínio na proporção de sua fração ideal. A jurisprudência entende que essa obrigação tem natureza <em data-start="714" data-end="727">propter rem</em>, isto é, acompanha a propriedade. Em casos de alienação fiduciária, há precedentes no STJ admitindo medidas de constrição patrimonial para satisfação de cotas condominiais, mas o tema é sensível, passou por divergências e segue em discussão na 2ª Seção para uniformização.</p>
<p data-start="6015" data-end="6888">Outra decisão relevante do STJ, de outubro de 2025, responsabilizou o <strong data-start="6085" data-end="6132">comprador registrado na matrícula do imóvel</strong> pelo pagamento do condomínio <strong data-start="6162" data-end="6198">mesmo sem ter recebido as chaves</strong>. A 4ª Turma concluiu que os compradores são responsáveis pelo pagamento das cotas desde que constem como proprietários na matrícula, pois a obrigação é vinculada à propriedade. O ministro relator João Otávio de Noronha observou que a falta de entrega das chaves não retira a responsabilidade; nesse caso, o comprador pode mover ação de regresso contra a construtora, mas isso não afeta o condomínio. Essas decisões reforçam a ideia de que a dívida condominial está relacionada ao imóvel, independe de quem o ocupa e supera a proteção do bem de família (Lei 8.009/1990, art. 3º, IV).</p>
<p data-start="506" data-end="589"><span style="color: #ffffff;">Penhora por dívida condominial: como funciona o processo de execução na prática</span></p>
<h2 data-start="6890" data-end="6949">Jurisprudência em evolução: penhora de imóvel financiado</h2>
<p data-start="6951" data-end="7735">A <strong data-start="7755" data-end="7774">2ª Seção do STJ</strong> está discutindo se o imóvel alienado fiduciariamente pode ser penhorado. Em 2025, o colegiado afetou dois recursos especiais ao <strong data-start="7934" data-end="7958">rito dos repetitivos</strong> para fixar uma tese sobre a matéria. A controvérsia existe porque a <strong data-start="8067" data-end="8079">3ª Turma</strong> do STJ entende que apenas o direito real de aquisição (a expectativa de propriedade) pode ser penhorado, enquanto a <strong data-start="8196" data-end="8208">4ª Turma</strong> aceita a penhora do imóvel em si. A tese fixada em recurso repetitivo pelo STJ terá efeito vinculante nos termos do art. 927 do CPC, uniformizando a jurisprudência. Enquanto não houver tese repetitiva aplicada ao tema, a jurisprudência permanece oscilante, a depender do caso e do órgão julgador.</p>
<p data-start="594" data-end="665"><span style="color: #ffffff;">Penhora por dívida condominial: o bem de família pode ser atingido?</span></p>
<h2 data-start="8539" data-end="8589">Passo a passo da execução de dívida condominial</h2>
<p data-start="8591" data-end="8810">Para entender como funciona na prática a cobrança de taxas de condomínio, é preciso conhecer as fases do processo de execução e as possíveis defesas. A seguir, um resumo com base no CPC e em materiais de especialistas:</p>
<h3 data-start="8814" data-end="9103">Reunião de documentos:</h3>
<p data-start="8814" data-end="9103">o síndico ou a administradora reúne provas da dívida, como boletos vencidos, atas de assembleia, previsão orçamentária e comprovação do titular do imóvel. Esses documentos são indispensáveis para propor a ação de execução.</p>
<h3 data-start="9106" data-end="9477">Propositura da ação de execução:</h3>
<p data-start="9106" data-end="9477">com base no art. 784 do CPC, a ação de execução é protocolada diretamente, sem necessidade de uma fase de conhecimento. O juiz analisa a documentação e emite um <strong data-start="9344" data-end="9387">mandado de citação com ordem de penhora</strong>, que já informa quais bens poderão ser penhorados.</p>
<h3 data-start="9480" data-end="9861">Citação do devedor:</h3>
<p data-start="9480" data-end="9861">o oficial de justiça cita o devedor. A jurisprudência admite a citação válida quando recebida por funcionário da portaria, desde que observados os requisitos do art. 248 §4º do CPC. Contando da citação, o condômino tem três dias para pagar a dívida integralmente, efetuar o pagamento de 30% com parcelamento ou apresentar embargos.</p>
<h3 data-start="9864" data-end="10167">Embargos à execução:</h3>
<p data-start="9864" data-end="10167">o devedor pode ajuizar embargos para questionar a legitimidade do crédito, alegar excesso de cobrança ou discutir juros e multas. Enquanto os embargos são analisados, a penhora pode ser mantida, mas a alienação do bem pode ficar suspensa.</p>
<h3 data-start="10170" data-end="10501">Penhora de bens e avaliação:</h3>
<p data-start="10170" data-end="10501">se não houver pagamento ou bens suficientes para garantir a dívida, o juiz determina a penhora conforme a ordem do art. 835 (dinheiro, veículos, imóveis etc.). O bem é avaliado judicialmente e pode ser levado a leilão.</p>
<h3 data-start="10504" data-end="10718">Leilão judicial:</h3>
<p data-start="10504" data-end="10718">o imóvel é ofertado em hasta pública (leilão). O valor arrecadado quita a dívida e as despesas processuais. Se sobrar saldo, ele é devolvido ao devedor.</p>
<p data-start="670" data-end="756"><span style="color: #ffffff;">Penhora por dívida condominial em imóveis financiados: o que está em debate no STJ</span></p>
<h2 data-start="10720" data-end="10790">Mitos e verdades sobre a penhora do imóvel por dívida de condomínio</h2>
<h3 data-start="10792" data-end="10853">É possível perder o imóvel em apenas três dias de atraso?</h3>
<p data-start="10855" data-end="11179"><strong data-start="10855" data-end="10864">Mito.</strong> O prazo de três dias não conta a partir do vencimento do boleto, mas da citação em uma ação de execução. Antes disso, existem tentativas de cobrança e o condomínio precisa reunir documentos e ingressar em juízo. O devedor ainda pode parcelar a dívida ou apresentar defesa.</p>
<h3 data-start="11181" data-end="11246">O valor da dívida precisa ser alto para justificar a penhora?</h3>
<p data-start="11248" data-end="11663"><strong data-start="11248" data-end="11257">Mito.</strong> A jurisprudência brasileira entende que a penhora independe do valor proporcional entre dívida e imóvel. Conforme informações de escritórios especializados, mesmo <strong data-start="11413" data-end="11433">dívidas pequenas</strong> podem levar à penhora se houver recusa do pagamento. O que importa é o descumprimento da obrigação legal de contribuir para as despesas do condomínio.</p>
<h3 data-start="11665" data-end="11726">O imóvel de família é protegido e não pode ser penhorado?</h3>
<p data-start="11728" data-end="12160"><strong data-start="11728" data-end="11756">Parcialmente verdadeiro.</strong> A Lei 8.009/1990, art. 3º, IV estabelece a impenhorabilidade do bem de família, mas abre exceção para <strong data-start="11847" data-end="11872">dívidas de condomínio</strong>. Portanto, mesmo a única moradia da família pode ir a leilão para pagar taxas condominiais. A razão é que a dívida é propter rem e acompanha o imóvel, privilegiando a coletividade dos condôminos adimplentes.</p>
<h3 data-start="12162" data-end="12255">Quem compra um imóvel na planta começa a pagar condomínio apenas quando recebe as chaves?</h3>
<p data-start="12257" data-end="12778"><strong data-start="12257" data-end="12266">Mito.</strong> Em decisão de 2025, a 4ª Turma do STJ entendeu que o <strong data-start="12321" data-end="12358">comprador registrado na matrícula</strong> é responsável pelo pagamento das cotas condominiais desde a efetivação do registro, ainda que não tenha recebido as chaves. A posse ou a entrega do bem não altera essa responsabilidade porque a obrigação decorre da propriedade. Assim, ao adquirir um imóvel em construção, o comprador deve verificar quando começa sua obrigação condominial.</p>
<h3 data-start="12780" data-end="12855">Imóveis financiados não podem ser penhorados porque pertencem ao banco?</h3>
<p data-start="12857" data-end="13340"><strong data-start="12857" data-end="12866">Mito.</strong> A natureza propter rem da dívida condominial tem sido reconhecida como prevalente sobre a alienação fiduciária em parte da jurisprudência. Há precedentes no STJ admitindo medidas de constrição patrimonial em casos de alienação fiduciária para satisfação de cotas condominiais, mas o tema é sensível e segue em debate para uniformização na 2ª Seção. A 2ª Seção do STJ está analisando o tema em recurso repetitivo para uniformizar a jurisprudência.</p>
<h2 data-start="13342" data-end="13398">Dicas para evitar a inadimplência e a perda do imóvel</h2>
<p data-start="13400" data-end="13576">O caminho mais seguro para quem enfrenta dificuldades financeiras é <strong data-start="13468" data-end="13480">negociar</strong> o quanto antes com o condomínio ou buscar orientação jurídica. Algumas dicas práticas incluem:</p>
<ul data-start="13578" data-end="14626">
<li data-start="13578" data-end="13734">
<p data-start="13580" data-end="13734"><strong data-start="13580" data-end="13606">Organize seu orçamento</strong>: considere a cota condominial como despesa essencial. Pagar em dia evita juros, multas e problemas de caixa para o condomínio.</p>
</li>
<li data-start="13735" data-end="13947">
<p data-start="13737" data-end="13947"><strong data-start="13737" data-end="13775">Negocie descontos ou parcelamentos</strong>: muitos condomínios oferecem negociação para dívidas antigas. O art. 916 do CPC permite parcelar o débito após o pagamento de 30 %.</p>
</li>
<li data-start="13948" data-end="14117">
<p data-start="13950" data-end="14117"><strong data-start="13950" data-end="13968">Evite protelar</strong>: quanto mais tempo demora, maiores os encargos e mais rápida a possibilidade de penhora, já que os juros e a multa de 2 % incidem após o vencimento.</p>
</li>
<li data-start="14118" data-end="14301">
<p data-start="14120" data-end="14301"><strong data-start="14120" data-end="14143">Guarde comprovantes</strong>: mantenha recibos, notificações e qualquer acordo com a administração. Eles podem ser úteis caso haja cobrança indevida ou necessidade de contestar valores.</p>
</li>
<li data-start="14302" data-end="14626">
<p data-start="14304" data-end="14626"><strong data-start="14304" data-end="14342">Consulte um advogado especializado</strong>: a assessoria jurídica preventiva pode analisar se há cobranças irregulares e orientar a melhor estratégia. Profissionais em direito condominial conhecem as teses defensivas, como alegar excesso de cobrança, discutir juros ou contestar multas.</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="14628" data-end="14683">Conclusão: informação e transparência são essenciais</h2>
<p data-start="14685" data-end="15224">A possibilidade de penhora do imóvel por dívida de condomínio é real e foi confirmada tanto pela legislação quanto por decisões recentes do <strong data-start="14825" data-end="14832">STJ</strong>. Contudo, a penhora não é automática nem ocorre após apenas três dias de atraso. O devedor só corre o risco de perder o imóvel após ser citado em um processo de execução e não quitar ou garantir o débito dentro do prazo legal. Até chegar a essa fase, existem oportunidades de negociação, parcelamento e defesa.</p>
<p data-start="15226" data-end="16002" data-is-only-node="">Para síndicos e administradoras, a nova sistemática traz ferramentas mais céleres de cobrança, reduzindo o impacto da inadimplência nas contas do condomínio. Manter a documentação organizada, comunicar‑se de forma transparente e procurar auxílio jurídico quando necessário evita equívocos e garante a saúde financeira do edifício. Já para os condôminos, a melhor forma de proteger seu patrimônio é cumprir com suas obrigações, buscar ajuda ao menor sinal de dificuldade e não se deixar levar por mitos.</p>
<h3 data-start="1820" data-end="1888">A jurisprudência recente tem sinalizado três tendências importantes:</h3>
<ul data-start="1890" data-end="2079">
<li data-start="1890" data-end="1960">
<p data-start="1892" data-end="1960">reforço da responsabilidade do proprietário registrado na matrícula;</p>
</li>
<li data-start="1961" data-end="2010">
<p data-start="1963" data-end="2010">maior rigor na cobrança das cotas condominiais;</p>
</li>
<li data-start="2011" data-end="2079">
<p data-start="2013" data-end="2079">discussão sobre a possibilidade de penhora de imóveis financiados.</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="15226" data-end="16002">Conte com especialistas ao seu lado: a Síndico Transparente indica os melhores escritórios jurídicos para resolver qualquer demanda condominial com segurança e eficiência.</h2>
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<h2 data-start="2007" data-end="2049">Estamos aqui para apoiar sua gestão</h2>
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